Programação 13º FIM

Mais uma edição do FIM realizada com sucesso! As inscrições para a 14ª edição em 2017 já estão abertas, então inscreva-se! Em breve a programação deste ano.



MOSTRA AMANÃ
Aquecimento do 13º Fim, a Mostra Amanã apresenta filmes de realizadores do Amazonas. Uma seleção de curtas-metragens de temáticas variadas, conectada com a diversidade da natureza e da cultura amazonense, com curadoria do realizador Allan Gomes.
Data: 25 de novembro
Local: Espaço Caos – arte e cultura
Duração: 1h24
Horário: 19h
Classificação: 16 anos
+ atração musical: banda Old Dog
Entrada franca



Os monstros
Direção: Bernardo Ale Abinader
Ano: 2015
Duração: 20’47”
Origem: Manaus (AM)
Classificação: 16 anos
Sinopse: Clara reencontra seu ex-namorado Guilherme. Eles conversam a respeito de suas escolhas e novos planos, trazendo à tona ressentimentos e inseguranças, reavivando feridas que tornam questionável a estabilidade dos dois no presente.

Gritos da Noite
Direção: Allan Gomes
Ano: 2016
Duração: 12’11”
Origem: Manaus (AM)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Na Amazônia, a força de espíritos ancestrais está impregnada na floresta. Quando três adolescentes decidem fazer um passeio de fim de semana no sítio de seus avós, nem mesmo a presença de um mateiro experiente da região poderá ajudar a enfrentar os perigos dessa noite


Assim
Direção: Keila Serruya
Ano: 2013
Duração: 14’
Origem: Manaus (AM)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Coragem. ASSIM, do jeito que quer e do jeito que é, apenas de suas vontades, crenças e desejo de existir.  A ida de uma travesti e uma mulher trans ao supermercado.


Nascer, crescer, negar
Direção: Emerson Medina
Ano: 2015
Duração: 10’
Origem: Manaus (AM)
Classificação: 14 anos
Sinopse: Walmir é um homem com dificuldades de aceitar a passagem do tempo. Ele começa a desenvolver uma obsessão por uma mulher mais jovem, quando surge Adriana, madura, demonstrando ter um interesse afetivo por ele.

Aquela estrada
Direção: Rafael Ramos
Ano: 2016
Duração: 15’
Origem: Manaus (AM)
Classificação: 16 anos
Sinopse: Omar desiste de ir a uma entrevista de emprego em Manaus e resolve embarcar numa viagem pela estrada com pessoas desconhecidas. Num dia em que tudo soa tedioso e pragmático, parece ser a estrada o único caminho a Omar para buscar ânimo e respostas pra um vida na cidade que não o satisfaz mais.


Se não...
Direção: Moacy Freitas
Ano: 2016
Duração: 15’27”
Origem: Manaus (AM)
Classificação: Livre
Sinopse: Zé Ninguém é o velho do saco, que vive no imaginário das crianças daquela cidadezinha do interior. João, Juca, Guilherme e Marquinhos, em suas brincadeiras do cotidiano, sempre às voltas com o tal Zé Ninguém. E na casa da árvore esse é sempre o assunto que domina toda a roda de conversa. Um dia, o sumiço do robô de Guilherme faz com que ele acuse João de ter pegado o robô, pois João o cobiçava. Mas João se limitava a falar que foi o velho do saco.


Manjara
Direção: Renan Carvalho
Ano: 2015
Duração: 17’06”
Origem: Manaus (AM)
Classificação: 12 anos
Sinopse: No interior do Amazonas uma moça assassina uma cobra enquanto grávida. Mal ela sabia que seu filho, Manjara, sofreria as consequências deste ato... Será que Manjara vai ter sua redenção?


MOSTRA MURALHA
Largada oficial do 13º FIM e momento de ocupação dos espaços públicos de Macapá.  A tradicional Mostra na Muralha da Fortaleza de São José acontece há nove anos, e exibe produções de diversos gêneros. Este ano a mostra de abertura apresenta uma seleção de filmes convidados e inscritos. Uma forma tipicamente amapaense de exibir filmes. Uma celebração ao audiovisual e a Fortaleza de São José.
Data: 04 de dezembro
Local: Muralha da Fortaleza de São José
Duração: 1h18
Horário: 19h
Classificação: Livre

A casa mais bela
Direção: Raphael Gustavo da Silva
Ano: 2015
Duração: 1’
Origem: Goiânia (GO)
Classificação: Livre
Sinopse: Com restos da construção de seu vizinho, um homem simples constrói a casa mais bela da rua.


Lápis sem cor
Direção: Iuri Moreno
Ano: 2016
Duração: 15’31”
Origem: Goiânia (GO)
Classificação: Livre
Sinopse: A história de um pequeno e singelo lápis sem cor e seus misteriosos devaneios.


Pra onde foram as andorinhas
Direção: Mari Corrêa
Ano: 2015
Duração: 22’
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre
Sinopse: O clima está mudando, o calor aumentando. Os índios do Xingu observam os sinais que estão por toda parte. Árvores não florescem mais, o fogo se alastra queimando a floresta, cigarras não cantam mais anunciando a chuva porque o calor cozinhou seus ovos. Os frutos da roça estão se estragando antes de crescer. Ao olhar os efeitos devastadores dessas mudanças, eles se perguntam como será o futuro de seus netos.
Prêmio de Melhor Curta Metragem no Festival Ambiental das Ilhas Canárias, 2016 | Prêmio Refúgios e Mudanças no Festival ENTRETODOS de Direitos Humanos, 2016.


As portas estão abertas
Direção: Henrique Grise
Ano: 2015
Duração: 11’
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre
Sinopse: Rosa trabalha em uma oficina de costura clandestina em São Paulo num regime de semiescravidão. Sua filha espera na Bolívia.


As três
Direção: Elena Sassi
Ano: 2016
Duração: 14’17”
Origem: Porto Alegre (RS)
Classificação: Livre
Sinopse: Cecília passa um fim de semana na casa de Anaís e Isabelle, suas amigas de infância.


Jogo truncado
Direção: Caroline Neumann; Guilherme Agostini Cruz
Ano: 2016
Duração: 13’
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre
Sinopse: Jogo truncado é um projeto que fala sobre os movimentos de torcedores que se organizam contra a homofobia no futebol brasileiro.


Konagxeka – o dilúvio Maxakali
Direção: Charles Bicalho; Isael Maxakali
Ano: 2016
Duração: 13’
Origem: Belo Horizonte (MG)
Classificação: Livre
Sinopse: "Konãgxeka na língua indígena maxakali quer dizer “água grande”. Trata-se da versão maxakali da história do dilúvio. Como um castigo, por causa do egoísmo e da ganância dos homens, os espíritos yãmîy enviam a “grande água”.
Trata-se de um filme indígena. Um dos diretores é representante do povo indígena Maxakali, de Minas Gerais. Filme falado em língua Maxakali, com legenda. O argumento do filme é o mito diluviano do povo Maxakali. As ilustrações para o filme foram feitas por indígenas Maxakali, durante oficina realizada na Aldeia Verde Maxakali, no município de Ladainha, Minas Gerais."


MOSTRA MISCELÂNEA
Apresenta produções de todos os cantos do país, trazendo em seu conceito a essência da origem do povo brasileiro: uma mistura de sotaques, expressões e rostos que se estende para o audiovisual, com filmes de grande ou pequeno orçamento, produções de estúdio ou caseiras circulando livremente pelo mesmo espaço. 
Data: 05 de dezembro
Local: Espaço Caos - arte e cultura (Avenida Procópio Rola, 1572. Centro)
Duração: 3h02
Horário: 19h
Classificação: 16 anos

E o oscar vai para…
Direção: Erdman Correia
Ano: 2015
Duração: 38’
Origem: Brasília (DF)
Classificação: Livre
Sinopse: Depois de 5 anos morando fora do Brasil, André, roteirista indicado ao Oscar de melhor roteiro, volta a sua cidade natal e precisa enfrentar as relações que ficaram quebradas em sua família, amigos e ex-namorada.


Três tipos de medo
Direção: Bruno Bini
Ano: 2016
Duração: 20’
Origem: Cuiabá (MT)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Após a prisão de um traficante, três pessoas têm que encarar seus medos em uma das cidades mais violentas do Brasil.


Nova linha, parágrafo
Direção: José Boita
Ano: 2016
Duração: 20’46”
Origem: Chapecó (SC)
Classificação: 14 anos
Sinopse: O prazo para a entrega de um romance está apertado e a pretensa Escritora sem ideias. Não há saída possível a não ser enfrentar realidade e ficção ao mesmo tempo. Criar uma protagonista e ser a protagonista da própria vida pode não ser tão simples.


Pobre preto puto
Direção: Diego Tafarel
Ano: 2016
Duração: 14’59”
Origem: Santa Cruz do Sul (RS)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Nei D'Ogum é batuque, é sexo e é negritude. É amor e contradição. Um guerreiro das causas negras, gays e transexuais. Ele é a própria causa. Autodefine-se: "pobre, preto, puto".


Rua das casas surdas
Direção: Flávio Costa; Gabriel Mayer
Ano: 2015
Duração: 7’56”
Origem: Porto Alegre (RS)
Classificação: 16 anos
Sinopse: Em uma vizinhança silenciosa, durante a ditadura dos anos 70, Carlos e Ernesto acompanham um jogo de futebol pelo rádio, até que resolvem aproveitar o intervalo do primeiro tempo para voltar ao trabalho.


O nome do dia
Direção: Marcello Quintella e Boynard
Ano: 2015
Duração: 18’51”
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: Livre
Sinopse: Uma dor profunda e silenciosa une pai e mãe na saudade do filho. Para seguir adiante, eles precisam enfrentar o sofrimento desconhecido.  O filho dizia que todos os dias tinham um nome, mas partiu sem dizer o nome do dia de sua morte.


Dissonante
Direção: Guilherme Pulga e Vic Kings
Ano: 2016
Duração: 20’
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre
Sinopse: Roberto Ronan é um musicista e professor de piano que mora sozinho e, um dia, recebe a notícia que seu pai está doente. As pressas, ele retorna a sua cidade natal e encontra seu pai, Claudio, e irmão no hospital. Ao alojar-se na casa onde crescera, o conflito que Roberto possui com seu irmão mais novo, Henrique, vai tomando forma ao mesmo tempo em que revelações sobre a historia da família são expostas.


Hospital da memória
Direção: Pedro Paulo de Andrade
Ano: 2016
Duração: 18’25”
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre
Sinopse: Pacientes e impacientes de diversas origens e com diferentes histórias passam uma madrugada repleta de ansiedade, angústias e sonhos no misterioso "Hospital da Memória".


Luz clara
Direção: Alexandre Mello
Ano: 2016
Duração: 15’
Origem: Teresina (PI)
Classificação: 16 anos
Sinopse: Depois de tentar o suicídio, Vitor se encontra entre coma, morte e sonho. Neste drama poético, as transgressões de nosso personagem principal suscita uma discussão sobre relacionamentos, discriminação e suicídio.


Estatística
Direção: Odeir Liidthe
Ano: 2016
Duração: 7’24”
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre
Sinopse: Estatística fala dos obstáculos ainda intransponíveis em nossa sociedade: as desigualdades que mais parecem um determinismo, a violência diária e contínua que coloca uns contra os outros. As trajetórias de vida são apagadas e outras perdem seus rumos. Nesse mundo, os pais, nem sempre enterram os seus filhos.


MOSTRA FÔLEGO!

+ Votação popular do Prêmio Gengibirra de Audiovisual.
+ bate papo com o realizador Leonardo Augusto (PA)
Mostra que carrega o apelo de uma das mais fortes expressões amapaenses. A expressão "Fôlego!" é usada para denotar espanto, surpresa, admiração... E aqui ela dá nome à mostra que é dedicada à produção audiovisual amapaense.  Uma forma de incentivar os realizadores e a produção local, uma busca por novas inspirações, novos ares.
Após a Mostra Fôlego!, o público participa da votação popular do Prêmio Gengibirra de Audiovisual e de um bate papo com Leonardo Augusto, diretor do curta "Encantada do brega e da websérie musical "Sampleados".
 Data: 06 de dezembro
Local: Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço (Av. FAB, 86, Centro)
Duração: 1h56
Horário:18h30

A loucura que nos move
Direção: Rafael Nunes
Ano: 2016
Duração: 21’59”
Origem: Macapá (AP)
Classificação: 12 anos
Sinopse: A clínica psiquiátrica feminina de Dr. Ruben será cenário de um romance proibido. Entre o Dr. Henrique e Melissa, uma paciente esquizofrênica.


A flor e o vento
Direção: Evaldo Dias Matos
Ano: 2016
Duração: 8’30”
Origem: Macapá (AP)
Classificação: 10 anos
Sinopse: Léo é um garoto órfão que vive com o irmão. Os garotos sobrevivem da venda de latas e da vontade de mudar de vida. Apesar de sofrer racismo e rejeição por ser negro e pobre, Léo sempre encontra forças nas palavras de seu irmão para continuar lutando.


Hitchcock vem para o almoço
Direção: Manoel do Vale
Ano: 2016
Duração: 1’18”
Origem: Macapá (AP)
Classificação: Livre
Sinopse: vídeo dramatiza com bom humor um almoço típico dos amazônidas. Obra inspirada no conto de Manoel do Vale.


Manifesta Ação
Direção: Alex Hyacienth
Ano: 2016
Duração: 1’8”
Origem: Macapá (AP)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Vídeo de humor satirizando as manifestações políticas ocorridas no Brasil entre 2013 e 2016.


Legítimos legionários
Direção: Alex Hyacienth
Ano: 2016
Duração: 8’31”
Origem: Macapá (AP)
Classificação: 18 anos
Sinopse: O vídeo é uma homenagem do fã-clube Legítimos Legionários à banda Legião Urbana em sua passagem por Macapá-Amapá, na turnê Legião Urbana XXX anos.


O Sósia – Ontem a noite ela sumiu
Direção: Rodrigo Aquiles Santos
Ano: 2016
Duração: 4’20”
Origem: Macapá (AP)
Classificação: Livre
Sinopse: Matéria e antimatéria se fundem e confundem-se ao som dos riffs da banda O Sósia. Transformando uma divertida noite entre amigos, numa grande experiência extra-sensorial. Para isso tudo ser viável, é necessário uma concentração enorme de energia.



Macapá Quebrada
Direção: NOIS PUR NOIS rec.
Ano: 2016
Duração: 5’12”
Origem: Macapá/AP
Classificação: Livre
Sinopse: O lado da cidade de Macapá que não consta nos cartões postais, a parte pobre da capital do Amapá é mostrada nesse videoclipe do coletivo de repeiros MÁFIA NORTISTA. Intitulado de "Macapá Quebrada", o filme foi feito em algumas das diversas áreas de pontes (palafitas) das muitas baixadas espalhadas pela cidade. Sem o intuito de agradar fica o registro real da problemática urbana dos centros urbanos da Amazônia.

História de Marabaixo
Direção: Bel Bachara e Sandro Serpa
Ano: 2016
Duração: 72’
Origem: São Paulo/Macapá
Classificação: Livre
Sinopse: Documentário sobre o Ladrão de Marabaixo, uma forma musical do povo negro amapaense contar sua história. Sob o som da caixa de marabaixo, moradores do Quilombo do Curiaú, de Mazagão Velho e dos bairros Favela e Laguinho, de Macapá, cantam versos que “roubam” histórias da realidade, misturando referências religiosas, fatos reais e inventados, críticas bem humoradas e poesia.


MOSTRA APOCALIPSE
É o espaço de exibição dos filmes não recomendados para menores de 16 anos: são filmes com conteúdo sexual, de horror, entre outros recomendados ao público adulto. A mostra é repleta de zumbis esfomeados, psicopatas, pessoas descontroladas, performances eróticas, discursos politicamente incorretos e muitos outros representantes do maldito.
Data: 07 de dezembro
Local: Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço (Av. FAB, 86, Centro)
Duração: 53’
Horário: 18h30
Classificação: 16 anos

Calafrio
Direção: José Quaresma e Pádua Carvalho
Ano: 2016
Duração: 10’16”
Origem: Teresina (PI)
Classificação: 14 anos
Sinopse: Jonas, um editor de comerciais é escalado para ficar na empresa e concluir a execução de um trabalho. Sozinho, Jonas avança com o trabalho madrugada adentro. Apenas algumas luzes estão acesas para iluminar os ambientes e além de Jonas as câmeras de segurança registram uma outra presença.
Coisas estranhos começam a acontecer e Jonas passa a perceber que o mal nunca dorme, uma entidade maligna despertará nele os seus medos mais obscuros. O terror ganha vida e traz consigo horrores inimagináveis.


Eptá
Direção: Nicole Veríssimo
Ano: 2016
Duração: 17’30”
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Maia já foi muito atormentada por espíritos. Mas, depois que começou a participar de uma reunião para pessoas que presenciam eventos sobrenaturais com frequência, pareceu livre. Depois de anos, se tornou mentora com o intuito de ajudar e fazer o bem. Porém, ao ouvir os relatos dos outros integrantes do grupo, Maia percebe que não está tão livre assim.


Canto da sombra
Direção: Thiago Kistenmacker
Ano: 2016
Duração: 25’14”
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: 16 anos
Sinopse: Jaque é uma cantora e compositora independente que recebe o apoio incondicional de sua namorada. Ela atrai a atenção de um produtor abusivo e trabalha por um ano em seu selo. Descartada de súbito, sua vida entra em crise paralelamente ao seu relacionamento afetivo. A artista se revela disposta a entregar tudo o que for preciso para conquistar o que deseja, sacrificando o que estiver em seu caminho.


MOSTRA QUINTESSÊNCIA
Para a Cosmologia, a Quintessência seria um elemento de natureza desconhecida responsável pela expansão acelerada do Universo, um agente provocador de transformações e evolução. No audiovisual, ao adotar o experimental como norte, os realizadores propõe novos desafios a si mesmos e ao espectador. Novas e desconhecidas linguagens surgem do cruzamento das já existentes, indo além das classificações, movimentando a roda imaginária da imagem-movimento.
Data: 07 de dezembro
Local: Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço (Av. FAB, 86, Centro)
Duração: 1h18
Horário: 19h25
Classificação: 18 anos

Curta memória
Direção: Arthur B. Senra
Ano: 2016
Duração: 9’27”
Origem: Belo Horizonte (MG)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Reencontro em meus arquivos pessoais a sobrevivência de registros que se findam, assim como a efêmera memória. O tempo que passa, a tecnologia que se torna obsoleta, o que sobrará da memória como registro e da fatalidade do esquecimento?


Ikini
Direção: Fernanda Rondon
Ano: 2016
Duração: 8’09”
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: Livre
Sinopse: Ikini é um filme sobre corpo e presença. Assim como a terra é marcada pelo tempo, cada corpo trás uma escrita invisível cravada na pele ao longo da vida. Ikini significa "saudação" em iorubá, um idioma de origem africana usado nos rituais das religiões afro-brasileiras.


Tuareg
Direção: Edemar Miqueta
Ano: 2013
Duração: 9’43”
Origem: São Luís (MA)
Classificação: 14 anos
Sinopse: Tuareg é um monólogo gravado nos lençóis maranhenses que mostra um olhar sobre a vida como uma realidade que vai além da materialidade das representações.


Fantasma da saudade no vale da morte
Direção: Lufe Bollini
Ano: 2015
Duração: 20’
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: 18 anos
Sinopse: O FANTASMA DA SAUDADE NO VALE DA MORTE é um curta-metragem que tem como fio condutor a maior ocupação artística da América latina. O diretor Lufe Bollini é o protagonista dessa historia real e leva o espectador pelos labirintos desse prédio de 13 andares.

Cheiro de melancia
Direção: Maria Cardozo
Ano: 2016
Duração: 20’26”
Origem: Recife (PE)
Classificação: Livre
Sinopse: Cíntia era pequena quando sua mãe lhe contou sobre o cheiro de melancia, o cheiro que se sente quando o tubarão está por perto.


Os filmes gregos serão minha herança
Direção: R.B. Lima
Ano: 2016
Duração: 25’
Origem: João Pessoa (PB)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Um suco é bebido. Uma voz rompe o silêncio. Um cão late. O jovem Niko é lembrança e alucinação que se perde na dor da perda.



Cidade à Contraluz
Direção: Jiddu Saldanha
Ano: 2014
Duração: 8’48”
Origem: Cabo frio (RJ)
Classificação: Livre
Sinopse: Numa metrópole caótica da América Latina, uma mulher de vermelho, sofisticada mistura suas lembranças com os contrastes e a solidão desta cidade, ao mesmo tempo que busca entender seus próprios sentimentos mais profundos. Enigmática, salta do lúdico para o poético em fração de segundos e libera uma misteriosa sensualidade dramática, como se estivesse à busca de algo mais, talvez um certo inconformismo faz com que ela vague pela cidade, à procura de um sentido, para sua própria existência.


MOSTRA MEMORABILIA
No dicionário, memorabilia é descrito como “fatos ou objetos, dignos de serem rememorados, que se guardam na lembrança ou como lembrança”Os documentários, independente do tema, tendem a somar para a memória coletiva, enquanto registro dos mais variados aspectos da vida, preservando momentos, pontos de vista, realidades, personalidades, acontecimentos... A Memorabilia traz um rico recorte da produção audiovisual documental brasileira, com trabalhos inscritos e convidados do FIM 2016.
Data: 08 de dezembro
Local: Cine Imperator 3D (Shopping Villa Nova)
Duração: 2h55
Horário: 18h30
Classificação: 14 anos

O jabuti e anta
Direção: Eliza Capai
Ano: 2016
Duração: 71’
Origem: Brasil
Classificação: Livre
Sinopse: Não faltou água apenas nas torneiras dos brasileiros. Em 2014, a seca que atingiu o Brasil também esvaziou os reservatórios das hidrelétricas, interrompendo o funcionamento de muitas delas no sul do País. O aumento da imprevisibilidade do ritmo de chuvas e os impactos socioambientais das grandes hidrelétricas deveriam ser razões suficientes para fazer o Brasil repensar de que forma vai garantir sua energia sem destruir a Amazônia com grandes usinas. O longa-metragem produzido pelo Greenpeace apresenta três lugares na Amazônia que estão na rota destas construções: no rio Xingu, governo e empreiteiras erguem Belo Monte apesar da união e oposição de indígenas, ribeirinhos e tantos outros brasileiros; no rio Ene, no Peru, os Ashaninkas descobriram o calcanhar de Aquiles de uma empreiteira brasileira e conseguiram forçá-la a abandonar os planos do complexo hidrelétrico que era planejado; e o rio Tapajós é o cenário no qual a urgente luta entre o jabuti e a anta é protagonizada pelo povo Munduruku.


Bumba meu Jaraguá
Direção: Ydá Pires; Roseane Monteiro; Lara Martiliano; Leonardo Jorge; Jéssica Patrícia da Conceição; Herbson Melo; Emerson Pereira; Amanda Madeiro; Amanda Duarte.
Ano: 2015
Duração: 9’
Origem: Maceió (AL)
Classificação: Livre
Sinopse: “Ruínas são espelhos do tempo. Olhares atentos são potenciais estímulos para uma reconstrução”.


Tarja preta
Direção: Márcio Farias
Ano: 2015
Duração: 24’
Origem: Recife (PE)
Classificação: 12 anos
Sinopse: Uma cidade, vários moradores, a mesma história.


A batalha de São Bráz
Direção: Adrianna Oliveira
Ano: 2015
Duração: 26’
Origem: Belém (PA)
Classificação: 14 anos
Sinopse: Durante o dia, o mercado de São Brás, no bairro do mesmo nome, em Belém do Pará, é uma feira de gêneros alimentícios, artesanato e diferentes produtos no entorno de um prédio histórico que data do início do século XX. Mas, durante os sábados à noite, o lugar se transforma ao reunir jovens de diferentes bairros da cidade em torno de um único objetivo: saber quem é o melhor MC da noite. Sob o grito de “tem que ser sagaz, tem que ser sagaz, pra rimar na batalha de São Bráz”, esse jovens se reúnem em uma das manifestações mais fortes da cultura hip hop: a batalha de rap.

Deixa a chuva cair
Direção: Juscelino Ribeiro
Ano: 2016
Duração: 25’
Origem: Teresina (PI)
Classificação: 14 anos
Sinopse: Na última década, um histórico conflito entre gangues tem se agravado, comprometendo seriamente o futuro de uma juventude inteira da região do Promorar, na zona Sul de Teresina. Com o intuito de por um fim à violência entre os jovens, os rappers Preto Kedé, Lu de Santa Cruz e Aliado Negro criaram A Irmandade. Aos poucos, o grupo - que sempre cantou sobre o cotidiano das comunidades - passou a abordar também questões como proximidade com o crime, expansão das drogas e preconceito com os moradores das periferias, além de denunciar casos de racismo e truculência por parte de policiais militares. Em uma manhã de agosto, uma canção de desabafo cheia de ira caiu como uma bomba nas mãos da mídia, da polícia e - principalmente - dos próprios músicos.


Milagres
Direção: Adalberto Oliveira
Ano: 2015
Duração: 20’21”
Origem: Olinda (PE)
Classificação: Livre
Sinopse: Através de relatos sobre memórias e vivências marcantes, mulheres compartilham seus vínculos com o mar dos Milagres.


MOSTRA AFROFLIX
+ bate papo com a realizadora Yasmin Thayná (RJ)
Mostra especial com curadoria da cineasta convidada Yasmin Thayná, seguida de bate papo com a realizadora. A mostra leva o nome da plataforma criada por Yasmin que reúne filmes escritos, dirigidos ou produzido por pelo menos uma pessoa negra, com o objetivo de gerar visibilidade para essas produções.
Data: 09 de dezembro
Local: Cine Imperator 3D (Villa Nova Shopping)
Duração: 1h10
Horário: 19h
Classificação: 16 anos

Kbela
Direção: Yasmin Thayná
Ano: 2015
Duração: 23’
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação:
Sinopse: Uma experiência audiovisual sobre ser mulher e tornar-se negra.


Oleguns Olo Fê

Direção: Fernando Mamari e Tarsilla Alves
Ano: 2014
Duração:7’
Origem: Rio de Janeiro (RJ)
Classificação: livre
Sinopse: Ele desperta no porto da cidade. Por meio de olhares, percebe que neste caminhar não está só. Seu corpo segue o ritmo dos tambores, que o guiará até seu destino final. Ali, descobre que finalmente sua liberdade está além-mar. "Oleguns Olo Fê", aquele que chegou, falou e se foi.
 

Elekô
Direção: Coletivo Mulheres de Pedra
Ano: 2015
Duração: 6’30”
Origem: Pedra de Guaratiba (RJ)
Classificação: 16 anos
Sinopse: Um fio de poesia vermelha conduzindo a experiência audiovisual de fazerse e afirmarse na loucura das condições de ser negra. Olhando a história a partir do porto, reconhecer e afirmar as potências e a beleza. Parir do próprio sofrimento um horizonte de liberdade, apoio e colaboração. Encontrar na presença de outras mulheres a força do feminino e o sagrado sentido de ser, até poder celebrar a vida, em fêmea comunhão e sociedade.


Juventude é revolução
Direção: Allan Lima e Gessé Silva
Ano: 2015
Duração: 5’46”
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre
Sinopse: Vídeo realizado com os saraus Preto no Branco e Verso em Versos.


Mina da liberdade
Direção: Chico Furtado
Ano: 2013
Duração: 21’26”
Origem: São Luís (MA) /Brasília (DF)
Classificação: Livre
Sinopse: Mina da Liberdade propõe uma imersão no universo cotidiano do Ilê Ashé Ogum e Sogbô durante 3 dias de comemoração do festejo para Ogum, santo da Casa, localizada no Bairro da Liberdade, em São Luís-MA.


Lugar de poder ser
Direção: Mayara Mascarenhas
Ano: 2014
Duração: 6’
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: Livre
Sinopse: A Gueisha Negra. A invenção de uma religião poética. Os ritos de uma mulher em seu lugar de poder ser.



Ser inata
Direção: Gessé Silva
Ano: 2016
Duração: 1’13”
Origem: São Paulo (SP)
Classificação: 14 anos
Sinopse: Julia está apaixonada e segue em direção da casa do seu grande amor, para fazer uma serenata. O amor não escolhe tipo, amor é amor.

FESTA DE ENCERRAMENTO
Entrega do Prêmio Gengibirra de Audiovisual
Data: 10 de dezembro
Local: Espaço Caos – Arte e Cultura (Avenida Procópio Rola, 1572. Centro)
Horário: 19h
Entrada: R$ 10
+ 18 anos.

Atrações:
Godiva// Perfume Barato// Nova Ordem// Os Pinducos// O Sósia

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